Ator correu 83 quilômetros para arrecadar dinheiro para caridade.
Ele conversou com o G1 sobre trabalho voluntário, a série e a visita ao Brasil.
Collins conversou por telefone com o G1 sobre o trabalho da ONG, a Random Acts (“Atos Aleatórios”, em inglês), sobre a sexta temporada de Supernatural (que estreia nesta quinta-feira, 4 de novembro, no Brasil) e também sobre sua visita a São Paulo, prevista para maio de 2011, para participar da convenção Rising Con.
A Random Acts é, segundo ele, fruto de sua conta no Twitter. “Abri uma conta no Twitter cerca de um ano, um ano e meio atrás. E eu notei que: a) havia muitas pessoas me seguindo e b) e que essas pessoas que me seguiam tinham muita energia criativa. Elas faziam toda a sorte de trabalhos artísticos, fã-clubes e websites e tudo com muita criatividade”, conta Collins “Comecei a pensar ‘nossa, seria ótimo se a gente conseguisse colocar toda essa energia para trabalhar em prol de uma boa causa’.”
No início do segundo semestre, o ator informou que tentaria correr o máximo possível sem parar e pediu que seus seguidores se comprometessem a doar qualquer quantidade de dinheiro por quilômetro percorrido, para financiar os trabalhos da Random Acts e três orfanatos no Haiti.
Em 5 de setembro, ele saiu de sua casa para correr e só parou 83 quilômetros depois. “Depois que acabou, eu não conseguia nem andar”, conta. O resultado? Mais de US$ 80 mil arrecadados -- US$ 5 mil só do colega de elenco Jim Beaver.
Sobre a sexta temporada, ele conta que ela lembra as “raízes” de Supernatural. “Ela tem um visual que lembra muito a primeira e a segunda temporadas”, conta. Mas Collins alerta. “O grande tema, a grande mensagem da temporada é ‘nada é o que parece’”.
O ator disse que está “muito empolgado” com sua visita a São Paulo, que promete reunir mais de mil fãs da série no Hotel Sheraton. Tanto que a entrevista começou com uma pergunta dele. Confira a íntegra abaixo.
Misha Collins: Você está em São Paulo?
G1: Sim, em São Paulo.
Collins: Mal posso esperar para ir a São Paulo. Estou totalmente empolgado com a viagem. Um dos diretores-assistentes de Supernatural é brasileiro de São Paulo e ele vai estar aí ao mesmo tempo em que eu estarei, porque ele vai para casa em férias. Então não apenas eu vou poder ir para São Paulo, mas também vou ter um amigo aí para me mostrar as coisas. O Brasil esteve na lista de lugares que eu queria conhecer antes de envelhecer por anos e eu nunca tive a oportunidade, então estou muito, muito empolgado.
G1: Você vai ficar só em São Paulo ou vai conhecer outras cidades?
Collins: Provavelmente vou viajar um pouco. Ainda não pensei para onde vou, mas quero fazer um pouco de turismo.
G1: A sexta temporada de Supernatural estreia no Brasil em 4 de novembro. O que os fãs podem esperar?
Collins: A sexta? Que bom. Fico feliz que vocês estejam tão atualizados. Alguns países ainda estão começando a quinta temporada agora. Mas, bem, a sexta temporada. Ela tem um visual que lembra muito a primeira e a segunda temporadas. Há muitas histórias do tipo “mostro da semana”, o que, em termos de Supernatural, é como voltar às suas raízes. À primeira vista, não parece mais ter a mesma enorme mitologia de Céu e Inferno nas histórias. Conforme a temporada se desenrola, uma mitologia mais profunda vai aparecer. Estou tentando o meu melhor para de fato passar alguma informação para vocês, sem estragar nenhuma surpresa. Não estou indo muito bem.
Basicamente, a série pode parecer um pouco a primeira e a segunda temporada, com monstros da semana, mas, na verdade, há algo mais profundo acontecendo, há um arco maior na temporada que vai ser revelado. Na verdade, o grande tema, a grande mensagem da temporada é “nada é o que parece”. Há algo errado com Sam, Castiel tem as suas próprias guerras que ele está travando. É difícil falar sobre isso sem arruinar tudo.
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